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terça-feira, 5 de junho de 2012

livro "Trabalho" de Sebastião Salgado

A feira do livro do Porto está montada, não tão impressionante como a de Lisboa mas à imagem da participação das várias entidades na cidade ...
Um dos livros que encontramos (e compramos) e que recomendamos é a 5a. edição de 2002, duma obra de 1993, da Caminho, na zona da Leya, que se pode comprar por 20 € durante a feira. Trata-se de uma obra integrada na exposição workers no Centro Cultural de Belém em Jumho de 1993 no Mês da Fotografia.
título : O Trabalho - Uma Arqueologia da Era Industrial"
autor(es) : Sebastião Salgado
400 páginas cerca de 27 X 33 cm cartonada, fotos de página inteira ou dupla página efetuadas em Brasil, Cuba, Ruanda, Reunião, Espanha, Itália, EUA, Bangladesh, Cazaquistão, China, Índia, Ucrânia, Rússia, Polónia, França, Indonésia, Kuwait e Inglaterra
"Este livro é uma prova de respeito pelos trabalhadores, uma despedida de um mundo de trabalho manual que lentamente vai desaparecendo e uma homenagem àqueles homens e àquelas mulheres que continuam a trabalhar como trabalharam durante séculos"
Sebastião (Ribeiro) Salgado é um economista brasileiro (com mestrado em 1967 e doutoramento em França em 1971 nesta área), nascido em Minas Gerais em 1944 que decidiu abraçar a fotografia como forma de documentar condições sociais desumanas normalmente a preto e branco. Diz-se que em 1970, a trabalhar como economista para a Organização Internacional do Café, apercebeu-se ao fotografar os cafezais africanos, que a fotografia retratava melhor a situação econômica local do que muitos estudos estatísticos e teóricos. Atualmente é provavelmente um dos fotojornalistas mais respeitado com inúmeros prêmios e exposições pelo mundo fora.

transcrevemos um artigo publicado na revista do Expresso em 19 Junho de 1993 sobre a exposição no CCB

"O fim de século como epopeia"
EXPRESSO/Revista de 19 Junho 1993
A AMBIÇÃO e o gigantismo do trabalho de Sebastião Salgado têm alguns (raros) precedentes, mas há um facto inédito na exposição que o Centro Cultural de Belém acolheu por iniciativa do Mês da Fotografia. É a primeira vez que em Portugal é possível ver uma obra de tal importância no momento exacto da sua divulgação mundial.
São 250 imagens em exibição e mais do dobro projectadas em dois diaporamas — uma das quatro edições (mais uma quinta abreviada) da exposição «Trabalho» (ou «Workers / La Main de l'Homme / Trabajadores», etc) em circulação simultânea por vários continentes. E ainda um livro publicado em português pela Caminho, com 395 fotografias e a excepcional qualidade de impressão assegurada pela co-edição internacional em oito versões nas oficinas de Jean Guenoud, na Suiça (Trabalho — uma Arqueologia da Era Industrial, 400 págs + separata de legendas com 24 págs., 19 950$00).
Tudo, nesta aventura de Sebastião Salgado, se afigura desmesurado: a década que decorreu desde a sua concepção, em 1982-84; os seis anos de deambulação por vários continentes, entre 1986 e 91; a difusão mundial das diferentes reportagens disputada por revistas e jornais de inúmeros países, incluindo o EXPRESSO, que as publicou em destacáveis da «Revista» entre 26 de Outubro e 7 de Dezembro de 1991; a mobilização das maiores instituições dededicadas à fotografia, a Magnum, a Kodak, a Fundação Aperture, de Nova Iorque, o Centre National de la Photographie, de Paris (sem esquecer a sua mulher, Lélia Wanick Salgado, a imprescindível directora de toda a operação); e, por último, o êxito de público que acompanha esta exposição (mais de 25 mil pessoas em Paris, nas primeiras três semanas).
Mas esta superprodução fotográfica não é construída apenas sobre um efeito de quantidade, mesmo que esta lhe seja essencial: Salgado quis estabelecer um panorama do estado do mundo à beira do fim do século — «Estas imagens, estas fotografias, são o registo de uma era, uma espécie de arqueologia de um tempo que a história conhece pelo nome de Revolução Industrial. Um tempo no qual o eixo central do mundo estava naquilo que estas imagens registam: o trabalhador, a mão do homem» — e propor uma resposta para a situação que documentou — «Criar um mundo novo, revelar a nova vida, recordar que existe um limite, uma fronteira para tudo, excepto para o sonho humano. Moldar com as mãos o mundo, revelar com os olhos a vida, recordar nos sonhos aquilo que virá».
O INVENTÁRIO, aqui, é também epopeia, o inquérito é também manifesto, mas exaustivamente fundamentado pela formação de economista de Sebastião Salgado (nasceu em Aimores, Minas Gerais, em 1944; estudou direito durante um ano e depois economia; fez o mestrado nas Universidades de São Paulo e Vanderbilt, USA, 1968, e o doutoramento em economia agrária pela U. de Paris, 69-71; trabalhou em Londres para a Organização Internacional do Café, 71-73, antes de enveredar pelo foto-jornalismo e de fazer em Portugal, em 1975, a «escola de fotojornalismo»). A sua obra é um último apelo para mudar o planeta: é um discurso globalizador sobre um mundo apreendido como um eco-sistema ameaçado. Entre a mão e o sonho, porque «a história do ser humano é a história da perseverança» e porque «não existem sonhos solitários». Dir-se-ía que o Trabalho, título da edição portuguesa, é a revisão necessária de outro livro fundador, O Capital.
No terreno da fotografia, é a um recentramento da sua história e da sua eficácia que se assiste. A fotografia mostra, é um admirável instrumento de observação do real, desde, por exemplo, o projecto de Edward S. Curtis para fixar o retrato da América índia em extinção, entre 1900 e 1930, ou da campanha para a Farm Secutity Administration, 1935-41 — é, aliás, com os maiores projectos colectivos da história da fotografia que se mede a actividade de Salgado. E deve fazê-lo com a máxima perfeição formal possível para ser a evidência de uma verdade total, em que se inscreve desde logo a vontade da mudança: «Seria um crime apresentar uma fotografia mal composta, era como violar a fortaleza desta gente. A preocupação estética é para se compreender melhor o problema social», dizia na entrevista publicada por Jorge Calado no EXPRESSO de 13/4/90, a propósito de Autres Ameriques (86).
De facto, a todos os discursos sobre o excesso de imagens e a indiferença nascida da simultânea mediatização de todos os lugares, Salgado responde também pelo excesso: de imagens nunca vistas, de visibilidade em cada um dos seus fotogramas, de energia e dignidade das personagens da sua epopeia, de concentração de multidões em movimento nos 35 milímetros de película impressionada a 1/250 de segundo.
Não é o único caminho da fotografia, mas por vezes, como aqui, é possível reconhecê-lo como o caminho decisivo. Sabendo-se que a sua eficácia reside não na «pureza» do meio (a ideia de «fotografia pura» é um vestígio de debates de outros tempos), mas na determinação, no saber e na emoção de um olhar. E na solidez de um projecto maduramente concebido («Para ele não há momentos decisivos, apenas vidas decisivas e por isso fotografa 'com toda a sua cultura e toda a sua ideologia'», J. Calado, EXPRESSO, 26/10/91).
É TODO um atlas da sobrevivência do trabalho manual no mundo de hoje que Salgado estabelece: as agriculturas extensivas da cana-de-açucar no Brasil e em Cuba, do chá no Ruanda, do tabaco em Cuba e dos perfumes na ilha francesa da Reunião; depois, a pesca tradicional, na Galiza e na Sicília (o atum), e um matadouro no Dakota do Sul; a seguir, mais largamente, as indústrias, com os têxteis no Bengladesh e no Casaquistão, as bicicletas na China, motoretas e motos na Índia, automóveis na Ucrânia, Rússia, Índia e China (onde são ainda os homens que trabalham e não robots como nas fábricas dos países mais desenvolvidos), os estaleiros da Polónia e da França, logo seguidos pelo seu oposto grotesco, o desmantelamento de navios nas praias do Bengladesh, e as indústrias extractivas, titânio e magnésio no Cazaquistão, aço em França e na Ucrânia, com uma deriva pelos caminhos-de-ferro em França, e ainda o minério de ferro, novamente no Cazaquistão. E a viagem continua com as descidas aos infernos do carvão na Índia, do enxofre na Indonésia, do ouro na Serra Pelada, Brasil. Depois é o mundo do petróleo, com as plataformas marítimas de Baku e a operação de controlo dos poços do Kuwait, no final da guerra. Por último, os grandes desafios que mudam a superfície da terra, o Eurotúnel da Mancha, a barragem de Sandor Sarovar e o canal Rajasthan, ambos na Índia.
Cada um destes tópicos conta uma história e condensa um filme no tempo necessário: dos planos gerais da paisagem alterada passamos ao plano aproximado das mãos que trabalham, conhecemos os gestos repetidos, o esforço e o descanso de homens, mulheres e crianças. Há retratos que se destacam, de olhos nos olhos, e há grupos que se formam, talvez para a despedida do fotógrafo que viveu demoradamente com os trabalhadores em cada um dos lugares visitados. Num dos diaporamas pode assistir-se ao mais empolgante desfile de retratos que recordo, fixando aceleradamente os rostos, os corpos e os grupos de gente de todas as raças — é a humanidade que Salgado fotografa no que julgamos, à distância, ser apenas trabalho desumanizado e exploração (é também a mítica exposição «The Family of Man», de 1956, que Salgado refaz sozinho, mas sem as marcas do humanismo idealista que Barthes criticou nas Mythologies: é a história, a história do trabalho e da «perseverança», que está «no fundo» destas fotografias e não «a natureza, as suas 'leis' e os seus 'limites'».)
SEBASTIÃO Salgado não podia saber que o tempo do seu trabalho (86-91) ía ser o mesmo da derrocada dos «socialismos reais». No entanto, a obra que construíu, sobre as supostas fronteiras políticas, a Leste e a Oeste, é, agora, a mais formidável resposta de esquerda ao desabar das esperanças de largos sectores das classes trabalhadoras e, num mesmo processo convergente, das concepções políticas libertadoras que assentavam nas condições do trabalho nascidas com a Revolução industrial.
A classe operária clássica, cujas condições de exploração teriam proporcionado a tomada de consciência do seu poder colectivo, dissolve-se, na Europa, num processo de terciarização crescente das economias mais desenvolvidas. Os poderes que se ergueram em seu nome, usurpando-o como miragem messiânica ou ficção despótica, desmoronaram-se por toda a parte. O que resta do trabalho? O que fotografa Sebastião Salgado. A dignidade, a força física, a vontade de resistir, o sonho.
A seu modo, ele refaz uma última Internacional («neste fim de século, que viu desmoronar o marxismo de estado, Salgado realiza fotograficamente o impossível: a reunião, pela última vez, dos proletários de todo o mundo», escreveu Jorge Calado, EXPRESSO, 26/10/91), irmanando os trabalhores ocupados nas mono-culturas que alimentam o Primeiro e o segundo Mundo, com os das grandes unidades industriais que utilizam a mão-de-obra intensivo do Terceiro Mundo (a transferência das indústrias pesadas e poluentes para fora dos países desenvolvidos) ou com as empresas faraónicas votadas à conquista da sobrevivência, como a construção dos canais de irrigação na Índia.
Salgado fotografa a permanência de práticas produtivas inalteradas desde há séculos (o açucar, as pescas), que sobreviveram às concepções simplistas do progresso, mas não descrê da mudança: para ele, «a crescente automatização de indústrias no mundo superdesenvolvido reflecte a materialização do conhecimento da espécie humana como um todo e de sua evolução».
Por outro lado, as suas fotografias são, num território cultural habitado pela ideia de catástrofe de fim de século, um olhar apostado no futuro. A produção artística que ocupa actualmente o lugar mais visível, na cena americana ou na recém-inaugurada Bienal de Veneza, por exemplo, toma como ideia central a crise económica, a ameaça da doença (a sida), um terror sem identidade ou explicitamente resultante do recrudescimento dos confrontos com a pobreza, com as minorias étnicas, com os novos autoritarismos; e nessa amálgama imprecisa de ocasiões terminais é também a reedição da ideia do fim da arte que em simultâneo se exercita no interior fechado do «mundo da arte».
Sebastião Salgado trabalha contra a corrente. O retrato global que estabelece é, também, o de um mundo ameaçado, pela exploração desenfreada e o desilíbrio fatal entre os que têm acesso ao consumo e os que sobrevivem cada vez mais perigosamente («O Planeta dividido, sempre. O Norte em uma nova crise: a do excesso. O Sul, cada vez mais mergulhado na de sempre: a carência»). Mas ele mostra-nos que ainda há tempo, que ainda há lutas possíveis, e estabelece, nas suas fotografias e nos seus textos, direcções necessárias — a leitura paralela das suas longas legendas informativas é essencial. Com uma visão ecológica da História («a trajectória do bicho-homem, o que se adapta, o que sobrevive, o que crê. O que resiste, se preserva»), ele aposta nas mãos que trabalham e nos efeitos libertadores da desaparição do trabalho manual explorado. E nas possibilidades de regeneração do planeta («o cio da terra, o mais fecundo»).
SALGADO mudou a natureza do foto-jornalismo, ou criou um outro modelo de intervenção, mais amplo ainda do que o ensaio fotográfico como o praticava W. Eugene Smith (1918-1978). Evitando as armadilhas do espectacular e do moralismo, e em especial mudando o conceito de tempo («desenvolveu-se na imprensa um conceito terrível que é o do imediato, e com a televisão o de super-imediato», dizia numa entrevista de 1986, Patrick Roegiers, «Le Monde»).
Cada reportagem de Salgado significa entre quatro semanas e quatro meses de permanência num mesmo local. «Para realizar uma fotografia preciso de tempo, de conviver com as pessoas. Chega o momento um que você já não incomoda ninguém. A fotografia muda de sentido e passa a ser parte da vida. É essa a riqueza. A câmara é um instrumento de relações humanas» (EXPRESSO, 13/4/90).
Depois de Trabalho, Sebastião Salgado já tem planos para um nova epopeia — o que não o impediu de ter cumprido há poucas semanas a encomenda para, durante alguns dias, retratar a cores o presidente Clinton. As grandes deslocações da população do globo, nas regiões áridas de África, do Leste europeu para Ocidente e do Sul para a Europa desenvolvida, nas fronteiras do México, na Ásia, serão o tema desse projecto igualmente desmesurado, com o nome provisório de «A Travessia» ou «O Homem da Travessia».   

sábado, 13 de junho de 2009

lx57 - Guillaume Pazat "Sensation"


data: até 20 jun 2009
local: lisboa-portugal, kgaleria, rua da vinha 43A, bairro alto, tel. 351 213431676, kgaleria@kameraphoto.com, gps lat ; long
acessos: , estacionamento-
horário: qua a sáb 15:00-20:00 (excepto feriados)
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposiçőes existentes no post calendário de exposiçőes de fotografia

primeira exposição de um francês radicado em lisboa, colaborador de vários jornais e revistas o que lhe grangeia desde logo algum apoio mediático como as duas páginas do público de 13 de jun, cofundador da kameraphoto em que se inclui a galeria que lhe abre as portas mostra-nos fotos basicamente da américa latina embora as classifique de qualquer lugar, um pouco recriando a teoria dos não-lugares

terça-feira, 9 de junho de 2009

lx56 - Daan van Golden "Vermelho ou Azul (Red or Blue)"


data: 20 jun a 06 set 2009
.........conversa com daan van golden e anne pontégnie 20 jun às 16:30
.........visitas guiadas por miguel wandschneider 04 jul e 05 set 17:00
local : lisboa - portugal, culturgest edifício sede da CGD, galeria 1, rua arco do cego, piso 1, tel. 351 217905155, culturgest@cgd.pt, gps lat: 38°44'28.46"N; long: 9° 8'34.93"O
horário: seg a sex (encerra à ter) 11:00 às 19:00 (última entrada 18:30)sáb, dom e fer 14:00 às 20:00 (última entrada 19:30)
preço : 2 euros (grátis até 16 anos, descontos vários)
acessos: metro : estação campo pequeno, autocarros : 54 e 56 paragem campo pequeno, 21, 36, 44, 45, 49, 83, 90, 91, 727, 732, 738 paragem av. república, 7, 22, 40 e 767 paragem pr. de londres, 7, 35, 727 e 767 paragem av. roma
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
"Nas suas pinturas e fotografias meticulosamente executadas, Daan van Golden (Roterdão, 1936) encontra a beleza no quotidiano e trata objectos mundanos com integridade e respeito, mostrando-nos coisas familiares sob um novo olhar. ~8...) Organizada pelo Camden Arts Centre de Londres em colaboração com o Mamco de Genebra e a Culturgest, esta é a primeira grande exposição internacional itinerante de Daan van Golden, um artista bem conhecido e venerado na Holanda desde a década de 1960."

quarta-feira, 3 de junho de 2009

lx55-Sandra Rocha – “Há metafísica bastante em não pensar em nada”


data : 14 mai a 31 ago 2009
local : lisboa-Portugal, casa fernando pessoa, rua coelho da rocha 16 (campo de ourique), tel. 351 213913270, cfp@casafernandopessoa.com, gps lat 38°42'59.73"N; long 9° 9'45.65"W
acessos: , estacionamento-
horário : seg a sáb 10:00-18:00
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
Fotografias sobre poemas de Alberto Caeiro, um heterónimo de Fernando Pessoa
Alberto Caeiro (ou seja Fernando Pessoa) inicia o poema com o mesmo título que esta exposição assim :
Há metafísica bastante em não pensar em nada.

O que penso eu do Mundo?
Sei lá o que penso do Mundo!
Se eu adoecesse pensaria nisso.
(...)
O único sentido íntimo das coisas
É elas não terem sentido íntimo nenhum.
(...)

lx54 - Joel Santos "Momentos de Luz"


data: 01 a 29 jun 2009
local: lisboa-portugal, imagerie –casa de imagens, r. das francesinhas 21-a (perto da assembleia da república), tel. 351 969 304 076,
geral@imagerieonline.com, gps lat 38°42'38.81"N; long 9° 9'15.57"W
acessos: metro-cais do sodré, rato; CP-santos; autocaros- E15, E25, E28, 773, 727, 714, 706, 28,
horário: seg a sex: 14:00-20:00
preço : entrada livre

nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
"Uma fotografia representa um momento único, permitindo-nos escrever com luz fragmentos irrepetíveis da realidade perceptível e, dessa forma, transcender os nossos próprios sentidos. Através das imagens em mostra, o autor convida o observador a assistir a alguns desses raros momentos e a viajar para pequenos cantos do mundo onde a harmonia e a magia da luz ainda imperam."

lx53 - Fernando Penim Redondo "40 anos com pessoas"


data: 21 mai a 26 ago 2009
local: odivelas-portugal, centro de exposições de odivelas, rua fernão lopes (junto aos paços do concelho - quinta da memória), tel. 351 219320800, gps lat 38°47'20.14"N; long 9°10'47.01"W
acessos: , estacionamento-
horário: ter a dom 10:00 às 23:00
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
"O fio condutor da exposição é a descoberta da diversidade cultural e étnica, mesmo onde e quando a modernidade vai fazendo os seus “estragos”. Adicionalmente permite comparar o olhar de um mesmo fotógrafo em situações geográficas muito diferentes e em fases da vida muito distanciadas.As fotografias, divididas em dois grupos, foram produzidas com um interregno de cerca de 40 anos.
Grupo 1968/9 – fotografias a preto e braco, feitas na Guiné Bissau Durante dois anos percorri a Guiné, em serviço, e fui aproveitando essa oportunidade para contactar e registar o dia-a-dia do seu povo.Enquanto o fazia tinha a sensação de suspender a guerra. O conjunto de imagens apresentado documenta pessoas a trabalhar ou a divertir-se nos seus ambientes próprios, tal como as via um jovem tenente da Armada de 22 anos.
Grupo 2006/8 – fotografias a cores feitas na China, Índia e Nepal Um conjunto de viagens ao Oriente permitiu-me comparar a actualidade dos três países que tanta curiosidade despertam hoje. Na China são os traços do desenvolvimento acelerado que mais marcam. Na Índia e no Nepal somos mais tocados pela serenidade da beleza ancestral. O Nepal funciona, de certa forma, como recipiente misturador das influências dos outros dois gigantes. O conjunto de fotografias expostas mostra rostos e atitudes quotidianas fotografados nestes três países asiáticos que constituem uma continuidade geográfica.Fotografar pessoas é, em vários sentidos, um desafio. Elas são um detalhe na paisagem mas um detalhe que encerra um mundo.Quando fotografamos as pessoas elas deixam de ser uma abstracção, um número no meio de milhões, e a sua individualidade impõe-se de forma comovente.Penso que esta exposição mostra como, em 40 anos, nunca deixei de ser atraído pela magia desse processo."

quinta-feira, 28 de maio de 2009

lx52 - Ângela Ferreira "Return of the Real 7"


data: 16 mai a 12 jul 2009
local: vila franca de xira-portugal, museu do neo-realismo, rua alves redol 45, , tel. 351 263285626,
neorealismo@cm-vfxira.pt, gps lat ; long
acessos: , estacionamento-
horário: ter a sex 10:00 às 19:00; sab 15:00 às 22:00; dom 11:00 às 18:00
preço :
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia

"a autora foi a representante portuguesa na bienal de veneza 2007 e o seu trabalho tende a elaborar uma visão crítica sobre as relações culturais e políticas no Portugal pós-colonial. Nas suas obras, onde frequentemente associa textos, fotografias e vídeos, a artista multiplica referências políticas e sociais a partir do conflito entre o original e o simulacro, desencadeando
uma reflexão permanente acerca do valor e do significado da nossa identidade.
Em tempo de crise económica e outras ameaças mundiais, Ângela Ferreira regressa à série das “Hortas”, desenvolvendo um tema que amplia o sentido político e sociológico do seu trabalho. As fotografias agora expostas no MNR sublinham o significado paradoxal de conceitos como sobrevivência, comunidade, economia e apropriação, observando nas hortas dos arrabaldes de Lisboa uma prática individual com o sentido político, mesmo que reinventado, de uma espécie de “reforma agrária” em meio urbano"

terça-feira, 26 de maio de 2009

lx51 - Nuno Félix da Costa "Portulíndia"



data: 05 jun a 12 jul 2009 (visita guiada pelo autor a 19 jun pelas 18:30)
local: lisboa-portugal, museu do oriente-lounge , avenida brasília, doca de alcântara (norte), (entrada pela fachada virada para a av. 24de julho), tel. 351 213585200, minfo@foriente.pt, gps lat 38º 42' 09N; long 9º 10' 20W
acessos: autocarros: 12, 28, 714, 738, 742; eléctricos: 15E, 18E; comboios: Linha de Cascais (Estação de Alcântara), Linha da Azambuja (Alcântara-Terra),
estacionamento-parque público junto ao museu
horário: ter a qui e sab e dom 10:00 às 18:00; sex 10:00 às 22:00
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
"Imagens de lugares e gente de Portugal e da Índia, captadas pela objectiva do psiquiatra Nuno Félix da Costa.
As duas regiões do globo são percorridas numa perspectiva ageográfica, sem carácter de roteiro turístico e sem intenção de identificar semelhanças ou diferenças entre nós e o estrangeiro. As imagens incentivam-nos a inventarmos o que representam, o seu contexto e as suas histórias, tendo em mente que para tal devemos ter um lema: “Nem sempre o estrangeiro é o que está do outro lado”, segundo escreveu o poeta Nuno Júdice. “Também os nossos lugares nos suscitam estranheza”.
A mostra foi apresentada no final de 2008 na galeria da delegação da Fundação Oriente na Índia, por ocasião da terceira fase da Conferência Internacional e Transdisciplinar Garcia de Orta e Alexander von Humboldt - Transversalidades a Oriente e a Ocidente, realizada em Goa.
Nuno Félix da Costa nasceu em Lisboa em 1950. Professor na Faculdade de Medicina de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Sociais, mantém, desde 1983, uma actividade regular na área das artes plásticas."

domingo, 24 de maio de 2009

lx49 - colectiva-"Ar.Co Bolseiros & Finalistas 2008"

data: 22 mai a 26 jun 2009
local: lisboa-portugal, galeria do palácio galveias, campo pequeno 53, , tel. 351 217803043, , gps lat ; long
acessos: metro: campo pequeno, estacionamento-
horário: ter a sex 10:00-19:00; sáb e dom 14:00-19:00
preço :
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia

"Pintura, Escultura, Fotografia, Joalharia,
Como acontece todos os anos bolseiros e finalistas da Escola Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual) apresentam os seus trabalhos. São 31 autores que
mostram peças em diferentes suportes como desenho, pintura, escultura, fotografia, joalharia e cinema. Até 26 de Junho no Palácio Galveias, em Lisboa."

sábado, 23 de maio de 2009

lx50 - Cristóbal Hara e Mabel Palacín "PHOTOESPAÑA2009"


data: 28 mai (inauguração 28 mai 19:30) a 26 jul 2009
local: lisboa-portugal, museu berardo-centro cultural belém, praça do império, , tel. 351 213612570,
museuberardo@museuberardo.pt, gps lat 38°41'44.71"N; long 9°12'26.08"W
acessos: autocarros: 29, 43, 201; eléctricos: 15, estacionamento-junto ao centro
horário: seg a sex 14:00 às 18:00, sáb, dom, fer 14:00 às 20:00
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia

"Cristóbal Hara, nascido em 1946 em Madrid, apresenta uma exposição antológica, na qual reúne centenas de fotografias que retratam a sua relação com o tema da vida quotidiana em toda sua carreira, incluindo imagens de séries como Lances de Aldea (1992), Vanitas (1998) ou Contranatura (2006), bem como obras de produção recente."
"a exposição de Mabel Palacín, nascido em Barcelona em 1965) apresenta uma série de fotografias e um vídeo, A Distância Correcta (2002-2003), sobre a dupla
natureza da imagem e da revisão fotográfica."

lx48 - Catarina Botelho – “Dias Úteis”


data: 22 mai (inauguração 19:00) a 18 jul 2009
local: lisboa portugal, rua anchieta, 31 (esquina com a rua garrett ao chiado; num prédio pombalino devoluto)
horário: qua a sáb 14:00-20:00
preço :
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
"A exposição é composta por três séries fotográficas, expostas ao longo de três andares de um prédio devoluto pombalino no Chiado. O primeiro bloco de trabalho, s/título (Dias Úteis), é composto por catorze imagens, de tamanhos variáveis, que ocuparão as divisões dos primeiros dois pisos da exposição. Este trabalho vem no seguimento do que vem sendo desenvolvido pela artista desde 2001 e centra-se sobre o registo de imagens de pessoas (e alguns objectos) em momentos do dia a dia. Percorridos estes dois pisos de imagens, subimos a um sótão onde se encontra um conjunto de sete imagens intitulado "Modo Funcionário de Viver". Estas fotografias, em variações de branco, mostram em diferentes dias, uma almofada sobre uma cama. Numa divisão anexa ao sótão, é apresentada a peça/livro “Termo de Identidade e Residência” que reúne um conjunto de auto-retratos, imagens feitas de uma forma sistemática, como se de provas de vida se tratassem."

lx47 - Jorge Molder "Pinocchio"


data: 22 mai a 10 jul 2009
local: lisboa-portugal, chiado 8 - arte contemporânea, largo do chiado, 8, edifício sede da mundial-confiança, tel. 351 213237335, , gps lat ; long
acessos: , estacionamento-parque subterrâneo do largo camões
horário: seg a sex 12:00-20:00
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia

“Chamei-lhe Pinocchio porque tem a ver com dois temas: um, a progressão do estado da memória, da matéria e da morte. O outro é o que significam os sentimentos [...]
“O meu trabalho tem a ver com o fingimento.”
“No fundo, talvez seja a questão que também me coloco a mim próprio: o branco será mais assustador que o negro?”
“O que me interessa são as transições e a carga afectiva.” Jorge Molder in Visão 846
"Nas últimas três décadas, Jorge Molder (Lisboa, 1947) tem vindo a desenvolver uma profunda e sistemática exploração da imagem fotográfica enquanto modelo e veículo para a auto-representação. Tendo o próprio corpo como matéria primordial, as suas fotografias confluem no estabelecimento de um universo ficcional, onde impera a figura do duplo, no qual o artista encarna personagens que resistem a dissolver-se numa eventual narrativa. O sentido destas obras, concebidas para serem apresentadas em séries, está subordinado às relações internas que estabelecem entre si e cujos nexos dependem tanto das noções de repetição e semelhança quanto das noções de distância e intervalo. Jogando com uma enorme economia de meios (são na sua maioria imagens a preto e branco, onde o que é representado é imediatamente identificável), as fotografias de Jorge Molder instituem um singular universo artístico que, todavia, não deixa de se inscrever num contexto repleto de referências provenientes das artes visuais, do cinema e da literatura, e ao qual não são estranhas as temáticas da deriva, da queda, da morte ou do desejo. Intitulada Pinocchio, a série inédita que agora se apresenta no Chiado 8 recupera e aprofunda algumas das temáticas e dos processos basilares na obra de Jorge Molder. Composta por imagens que se reportam ao processo de construção de uma cópia fiel do corpo do artista, esta exposição traz-nos momentos distintos dessa perturbadora revelação da sua aparência na superfície inerte de uma escultura, na expressão definitiva de uma máscara, no corpo especular do simulacro."

lx46 - Pedro Tropa-"Cahier de Cent Dessins"


data: 14 mai a 20 jun 2009
local: lisboa-, galeria quadrado azul, largo dos stephens 4, , tel. 351 213476280,
lisboa@quadradoazul.pt, gps lat N 38.707865º; long W 9.143877º
acessos: , estacionamento-
horário: ter a sáb 13:00-20:00
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
exposição de Desenhos e Fotografias
"exposição inspirado em Marguerite Duras, inclui desenhos e fotografias, todos com a mesma tonalidade, a mesma voz. Há ainda um livro que acompanha as
obras. Cada trabalho, imagem ou texto revela um instante da morte, porque aquilo que se vê é o já vivido, sem mediação. Temos, portanto, diante de nós,
experiências extraordinárias, muitas vezes tidas em altitude, onde o ar começa a faltar e a visão se torna breve, rarefeita. A economia de meios, sobretudo no
caso dos desenhos - tantas vezes turbulentos, tantas vezes serenos -, traduz esse ver em altura, junto de glaciares ou covões, em paisagens quase intocáveis,
mas sempre produtoras de sombra e de luz, essa constante impermanência visual, tão necessária de ser fixada. " ipsilon

quarta-feira, 13 de maio de 2009

lx45 - colectiva-"Opções & Futuros: Obras da Colecção da Fundação PLMJ"


data: 21 abr a 21 jun 2009
local: lisboa-portugal, museu da cidade, campo grande 245, , tel. 351 217513200, museudacidade@cm-lisboa.pt, gps lat ; long
acessos: Metro: Campo Grande, Autocarros: 1, 3, 7, 33, 36, 47, 50, 68, 85, 101, 108, estacionamento-
horário: ter a dom 10:00-13:00 e 14:00-18:00 (fecha feriados)
preço : 2,76 € Até aos 18 anos, estudantes, cartão jovem e séniores: gratuito

nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia

Exposição multidiscoplinar onde se inclui a fotografia, a decorrer nos pavilhões Preto e Branco do museu, reúne um conjunto de trabalhos realizados por 30 artistas que iniciaram a sua carreira na presente década, traçando uma panorâmica da arte portuguesa da geração pós-2000.
Artistas participantes (dado não ter visto a exposição e a informação ser parca, optei por colocar em bold aqueles que presumo terem fotografias expostas) : Adelina Lopes, Adriana Molder, Ana Cardoso, Ana Rito, André Sousa, Carlos Bunga, Carlos Correia, Cecília Costa, Célia Domingues, Edgar Martins, Eduardo Matos, Francisco Vidal, Hugo Canoilas, Inês Botelho, Joana Pimentel, João Maria Gusmão + Pedro Paiva, José Lourenço, Manuel Caeiro, Marco Pires, Nuno de Campos, Nuno Ramalho, Pascal Ferreira, Pedro Barateiro, Pedro Valdez Cardoso, Ricardo Jacinto, Ricardo Valentim, Rita Sobral Campos, Rodrigo Oliveira, Susana Gaudêncio
Nota : Fundação PLMJ está ligada à sociedade de advogados “PLMJ - A.M. Pereira, Sáragga Leal, Oliveira Martins, Júdice e Associados – Sociedade de Advogados, RL”

lx44 - Edgar Martins, Luís Palma e André Gomes -"BES photo 2008"


data: 23 mar a 17 mai 2009
local: lisboa-, museu berardo-centro cultural belém, praça do império, , tel. 351 213612879,
ccb@ccb.pt, gps lat 38°41'44.71"N; long 9°12'26.08"W
acessos: autocarros: 29, 43, 201; eléctricos: 15, estacionamento-junto ao centro
horário: seg a sex 14:00 às 18:00, sáb, dom, fer 14:00 às 20:00
preço : entrada livre

nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
por lapso não anuncieie sta exposição em tempo, as minhas desculpas e aqui vai a justa divulgação
"O BES Photo é a principal iniciativa da estratégia de mecenato cultural do Banco Espírito Santo e um dos mais importantes prémios de arte contemporânea em Portugal. Na 5a. edição deste prémio apresentam-se trabalhos inéditos de André Gomes, Edgar Martins e Luís Palma."
Destes três finalistas Edgar Martins viria a consagra-se o vencedor desta edição.

lx43 - Luísa Baeta-"Inside Out"


data: 07 mai a 07 jun 2009
local: oeiras-portugal, galeria municipal lagar do azeite, rua do aqueduto, palácio marquês de pombal, tel. 351 214406783, , gps lat 38°41'37.57"N; long 9°18'57.10"O
acessos: , estacionamento-
horário: ter a dom 14:00-18:00
preço :
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia

"19 fotografias que documentam de forma original a "deslocalização" (termo do nosso tempo...) encaixotada da sua casa.
A mudança é um momento que aqui se fixa numa sequência de imagens que torna tudo mais inesquecível e através das quais podemos, no tempo que quisermos, analisar, pensar, observar, memorizar. Isso prevalece sobre uma certa perversidade que possa existir em fotografar um momento assim" diz a Fotógrafa, que conclui "Para que serve ver estas imagens? A resposta está na essência da contemporaneidade, do nosso dia a dia e da mudança ao longo do tempo."

quinta-feira, 7 de maio de 2009

lx42 - John Baldessari - “Raised Eyebrows/Furrowed Foreheads”


data: 07 mai a 20 jul 2009
local: lisboa-portugal, cristina guerra contemporary art, rua santo antónio à estrela 33, tel. 351 213959559, galeria@cristinaguerra.com, gps: lat. 38°42'47.11"N, long. 9° 9'50.70"W
acessos: autocarro 9, estacionamento:
horário: ter a sex 11:00-20:00; sáb 12:00-20:00
preço :
nota : ver pf calendário global das exposiçőes existentes no post calendário de exposiçőes de fotografia
John Baldessari que pela segunda vez expõe nesta galeria nasceu em 1931 na Califórnia, estado onde continua a viver e trabalhar (Santa Mónica).
“John Baldessari é considerado um dos artistas que revolucionou a linguagem artística ao trazer para a ribalta o uso da fotografia quando esta era apenas mostrada em galerias especializadas, graças à exploração da linguagem como ferramenta artística e pela simbiose entre a fotografia e a pintura que tem vindo a explorar nas últimas 5 décadas. A presente exposição surge no seguimento de um conjunto de trabalhos que o artista tem vindo a desenvolver sobre o corpo enquanto fragmento que se concretizou nas séries: Noses & Ears, Etc e Arms & Legs (Specif. Elbows & Knees),Etc. O seu fascínio pelo corpo, que se questiona no enfoque da totalidade ou do detalhe, recupera questões já explicitadas num conjunto de obras realizadas pelo artista nos anos 50. Em Raised Eyebrows/ Furrowed Foreheads existe uma ironia característica das suas intervenções onde um jogo de expressões faciais, nos sugerem emoções e estados de espírito, que não deixam de constituir para o observador uma reflexão sobre a especificidade do período que agora atravessamos.”

sexta-feira, 1 de maio de 2009

lx41 - João Ramos: “Distância que nos Une”


data : 07 a 21 mai 2009
local : lisboa, biblioteca da faculdade de letras da universidade de lisboa, cidade universitária, alameda da universidade
acessos: metro- linha amarela (estação da cidade universitária); autcarros nos. 31, 35, 738, 755 (paragem da alameda da universidade) 701, 768, 732 (paragem do hosp. de sta. maria)
estacionamento: parqueamento público pago (ca. 300 m): av. prof. gama pinto (separador central) av. prof. egas moniz (estádio universitário)
horário: ter a sex 09:00-20:00, sáb. 09:00-12:30 (horário da sala de leitura da biblioteca)
preço: entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposiçőes existentes no post calendário de exposiçőes de fotografia

“A noção de distância sendo ambígua, torna-se difícil de identificar. João Ramos pretende captar e transmitir com pormenor essa distância – temporal, afectiva, dispersa, entre outros significados sensíveis ao espectador.
O Rio, tema dominante da exposição, é abordado de modo peculiar em que a presença humana está omnipresente. Ao longo de 28 fotografias, convidamo-lo a desfrutar de uma bela viagem através de visões e perspectivas que estão à distância de um olhar.”

segunda-feira, 27 de abril de 2009

lx40 - Amédée Lemaire de Ternante - "Lisboa, 1858"


data : 21 abr a 12 jun 2009
local : lisboa-portugal, arquivo nacional da torre do tombo, alameda da universidade, tel. 351 217811500, mail@antt.dgarq.gov.pt, gps: lat. 38°45'14.37"N, long. 9° 9'22.94"W
acessos: metro - cidade universitária ou campo grande, autocarros: 7, 31, 35, 36, 64, 701, 738, 750, 755, 767, 768 , estacionamento:
horário: seg a sex 10:00-19:30, sáb 09:30-12:30
preço:
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
"O Arquivo Nacional da Torre do Tombo apresenta uma exposição Fotográfica sobre Lisboa em 1858, do pintor e fotógrafo francês Amédée Lemaire de Ternante. Esta mostra representa um dos mais antigos e mais ricos conjuntos de imagens fotográficas da Capital. A mostra suscitará olhares diversos tanto do historiador, do urbanista ou do curioso como do esteta, pois aqui e ali, certas composições falam bem do modo como o seu autor encarava o registo fotográfico. Este conjunto de imagens pertence ao Centro Português de Fotografia e integra a colecção Alcídia e Luís Viegas Belchior. Serão também apresentadas algumas gravuras de Lisboa, do mesmo período, da Colecção Castilho, do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Está também patente o original do Tratado de Casamento de D. Pedro V com D. Estefânia. "

sábado, 25 de abril de 2009

lx39 - José Marques – “ Paredes em Liberdade”


data: 17 abr a 02 mai 2009
local: lisboa-portugal, zdb - galeria zé dos bois, rua da barroca 59, bairro alto, 1200 lisboa, tel. +351 213430205,
zdb@zedosbois.org, gps. lat. 38°42'42.59"N; long. 9° 8'40.38"W
horário: acessos:preço :

nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
"A exposição de josé marques utiliza fotografias do livro do mesmo fotógrafo ‘Paredes em Liberdade’,captadas no paríodo Abril-Maio de 1974.
Exposição de fotografia inserida numa exposição mais genérica “à Esquerda da Esquerda – documentos para a história de uma revolução”, que inclui filme, exposição de cartazes, etc."